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Oxirredução

Lista de 27 exercícios deQuímicacom gabarito sobre o tema Oxirredução com questões do Enem.


Você pode conferir as videoaulas, conteúdo de teoria, e mais questões sobre o temaOxirredução.




01. (Enem 2025) A química nuclear é uma importante ferramenta na produção de substâncias utilizadas na área da saúde humana. A radiação emitida pelo cobalto-60 é utilizada na medicina como ferramenta de diagnóstico e no tratamento do câncer. No entanto, esse radioisótopo tem um tempo de armazenamento limitado, pois seu tempo de meia-vida é de 5,3 anos. Considere um frasco com uma amostra contendo 2,00 mg de cobalto-60, armazenado durante um período de 26,5 anos.

A massa de cobalto-60, em miligrama, que restará ao final desse tempo é mais próxima de

  1. 2,00 mg.
  2. 1,00 mg.
  3. 0,40 mg.
  4. 0,13 mg.
  5. 0,06 mg.

02. (Enem 2024) As placas que indicam saída de emergência brilham no escuro, pois apresentam substâncias que fosforescem na cor amarelo-esverdeada após exposição à luz ambiente, conforme a figura.

Esse fenômeno ocorre pela presença do sulfeto de zinco (ZnS), dopado com prata ou cobre, na superfície da placa.

Zinc Sulphide Phosphorescence. Disponível em: https://physicsonpenlab.org. Acesso em: 8 nov. 2023 (adaptado).

O aparecimento do brilho nessas condições ocorre como consequência de

  1. colisões interatômicas.
  2. coloração dos átomos.
  3. transições eletrônicas.
  4. reações nucleares.
  5. reflexão da luz.

03. (Enem 2022) O elemento iodo (I) tem função biológica e é acumulado na tireoide. Nos acidentes nucleares de Chernobyl e Fukushima, ocorreu a liberação para a atmosfera do radioisótopo 131I responsável por enfermidades nas pessoas que foram expostas a ele. O decaimento de uma massa de 12 microgramas do isótopo 131I foi monitorado por 14 dias, conforme o quadro.

Após o período de 40 dias, a massa residual desse isótopo é mais próxima de

  1. 2,4 µg.
  2. 1,5 µg.
  3. 0,8 µg.
  4. 0,4 µg.
  5. 0,2 µg.

04. (Enem 2021) Os pesticidas organoclorados foram amplamente empregados na agricultura, contudo, em razão das suas elevadas toxicidades e persistências no meio ambiente, eles foram banidos. Considere a aplicação de 500 g de um pesticida organoclorado em uma cultura e que, em certas condições, o tempo de meia-vida do pesticida no solo seja de 5 anos.

A massa do pesticida no decorrer de 35 anos será mais próxima de

  1. 3,9 g.
  2. 31,2 g.
  3. 62,5 g.
  4. 125,0 g.
  5. 250,0 g.

05. (Enem 2020) Embora a energia nuclear possa ser utilizada para fins pacíficos, recentes conflitos geopolíticos têm trazido preocupações em várias partes do planeta e estimulado discussões visando o combate ao uso de armas de destruição em massa. Além do potencial destrutivo da bomba atômica, uma grande preocupação associada ao emprego desse artefato bélico é a poeira radioativa deixada após a bomba ser detonada.

Qual é o processo envolvido na detonação dessa bomba?

  1. Fissão nuclear do urânio, provocada por nêutrons.
  2. Fusão nuclear do hidrogênio, provocada por prótons.
  3. Desintegração nuclear do plutônio, provocada por elétrons.
  4. Associação em cadeia de chumbo, provocada por pósitrons.
  5. Decaimento radioativo do carbono, provocado por partículas beta.

06. (Enem 3ª Aplicação 2016) A telefonia móvel no Brasil opera com celulares cuja potência média de radiação é cerca de 0,6 W. Por recomendação do ANSI/IEEE, foram estipulados limites para exposição humana à radiação emitida por esses aparelhos. Para o atendimento dessa recomendação, valem os conselhos: segurar o aparelho a uma pequena distância do ouvido, usar fones de ouvido para as chamadas de voz e utilizar o aparelho no modo viva voz ou com dispositivos bluetooth. Essas medidas baseiam-se no fato de que a intensidade da radiação emitida decai rapidamente conforme a distância aumenta, por isso, afastar o aparelho reduz riscos.

COSTA, E. A. F. Efeitos na saúde humana da exposição aos campos de radiofrequência. Disponível em: www.ced.ufsc.br. Acesso em: 16 nov. 2011 (adaptado).

Para reduzir a exposição à radiação do celular de forma mais eficiente, o usuário deve utilizar

  1. fones de ouvido, com o aparelho na mão.
  2. fones de ouvido, com o aparelho no bolso da calça.
  3. fones bluetooth, com o aparelho no bolso da camisa.
  4. o aparelho mantido a 1,5 cm do ouvido, segurado pela mão.
  5. o sistema viva voz, com o aparelho apoiado numa mesa de trabalho.

07. (Enem 2017) A técnica do carbono-14 permite a datação de fósseis pela medição dos valores de emissão beta desse isótopo presente no fóssil. Para um ser em vida, o máximo são 15 emissões beta/(min g). Após a morte, a quantidade de 14C se reduz pela metade a cada 5 730 anos.

A prova do carbono 14. Disponível em: http://noticias.terra.com.br. Acesso em: 9 nov, 2013 (adaptado).

Considere que um fragmento fóssil de massa igual a 30 g foi encontrado em um sítio arqueológico, e a medição de radiação apresentou 6 750 emissões beta por hora.

A idade desse fóssil, em anos, é

  1. 450.
  2. 1 433.
  3. 11 460.
  4. 17 190.
  5. 27 000.

08. (Enem 2015) A bomba reduz neutros e neutrinos, e abana-se com o leque da reação em cadeia

ANDRADE, C. D. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1973 (fragmento).

Nesse fragmento de poema, o autor refere-se à bomba atômica de urânio.

Essa reação é dita "em cadeia" porque na

  1. fissão do 235U ocorre liberação de grande quantidade de calor, que dá continuidade à reação.
  2. fissão do 235U ocorre liberação de energia, que vai desintegrando o isótopo 238U, enriquecendo-o em mais 235U.
  3. fissão do 235U ocorre uma liberação de nêutrons, que bombardearão outros núcleos.
  4. fusão do 235U com 238U ocorre formação de neutrino, que bombardeará outros núcleos radioativos.
  5. fusão do 235U com 238U ocorre formação de outros elementos radioativos mais pesados, que desencadeiam novos processos de fusão.

09. (Enem PPL 2015) O urânio é um elemento cujos átomos contêm 92 prótons, 92 elétrons e entre 135 e 148 nêutrons. O isótopo de urânio 235U é utilizado como combustível em usinas nucleares, onde, ao ser bombardeado por nêutrons, sofre fissão d seu núcleo e libera uma grande quantidade de energia (2,35x1010 kJ/mol). O isótopo 235U ocorre naturalmente em minérios de urânio, com concentração de apenas 0,7%. Para ser utilizado na geração de energia nuclear, o minério é submetido a um processo de enriquecimento, visando aumentar a concentração do isótopo 235U para, aproximadamente, 3% nas pastilhas. Em décadas anteriores, houve um movimento mundial para aumentar a geração de energia nuclear buscando substituir, parcialmente, a geração de energia elétrica a partir da queima do carvão, o que diminui a emissão atmosférica de CO2 (gás com massa molar igual a 44 g/mol). A queima do carvão é representada pela equação química:

C(s) + O2(g) -> CO2(g) ΔH = -400 kJ mol

Qual é a massa de CO2, em toneladas, que deixa de ser liberada na atmosfera, para cada 100 g de pastilhas de urânio enriquecido utilizadas em substituição ao carvão como fonte de energia?

  1. 2,10
  2. 7,70
  3. 9,00
  4. 33,0
  5. 300

10. (Enem PPL 2022) As usinas nucleares utilizam o princípio da fissão nuclear para gerar energia elétrica. Dentro do reator, nêutrons colidem com átomos de urânio, que se dividem em dois novos átomos, liberando de dois a três nêutrons do núcleo, em uma reação em cadeia. Esse processo libera muito calor, que é utilizado para gerar energia. Porém, é necessário um sistema de arrefecimento para evitar uma explosão. Para isso, a água captada de fontes naturais circula em um sistema fechado e depois volta para o meio ambiente

Caso esse sistema não ocorra de maneira adequada, será gerado um impacto negativo porque

  1. produzirá gases tóxicos.
  2. diminuirá a reserva hídrica local.
  3. aquecerá os ecossistemas aquáticos.
  4. aumentará a disponibilidade de nutrientes.
  5. permitirá a contaminação por microrganismos.

11. (Enem PPL 2016) A energia nuclear é uma alternativa aos combustíveis fósseis que, se não gerenciada de forma correta, pode causar impactos ambientais graves. O princípio da geração dessa energia pode se basear na reação de fissão controlada do urânio por bombardeio de nêutrons, como ilustrado:

235U + n → 95Sr + 139Xe + 2 n + energia

Um grande risco decorre da geração do chamado lixo atômico, que exige condições muito rígidas de tratamento e armazenamento para evitar vazamentos para o meio ambiente. Esse lixo é prejudicial, pois

  1. favorece a ploriferação de microrganismos termófilos.
  2. produz nêutrons livres que ionizam o ar, tornando-o condutor.
  3. libera gases que altera a composição da atmosfera terrestre.
  4. acentua o efeito estufa decorrente do calor produzido na fissão.
  5. emite radiação capaz de provocar danos à saúde dos seres vivos.

12. (Enem 2019) A poluição radioativa compreende mais de 200 nuclídeos, sendo que, do ponto de vista de impacto ambiental, destacam-se o césio-137 e o estrôncio-90. A maior contribuição de radionuclídeos antropogênicos no meio marinho ocorreu durante as décadas de 1950 e 1960, como resultado dos testes nuclearos realizados na atmosfera. O estrôncio-90 pode se acumular nos organismos vivos e em cadeias alimentares e, em razão de sua semelhança química, pode participar no equilíbrio com carbonato e substituir cálcio em diversos processos biológicos.

FIGUEIRA, R.C.L.; CUNHA, L. 1. L. A contaminação dos oceanos por radionuciídeos antropogênicos. Quémica Nova, n. 21, 1998 (adaptado).

Ao entrar numa cadeia alimentar da qual o homem faz parte, em qual tecido do organismo humano o estrôncio-90 será acumulado predominantemente?

  1. Cartilaginoso.
  2. Sanguíneo.
  3. Muscular.
  4. Nervoso.
  5. Ósseo.

13. (Enem PPL 2017) As lâmpadas fluorescentes apresentam vantagens como maior eficiência luminosa, vida útil mais longa e redução do consumo de energia. Contudo, um dos constituintes dessas lâmpadas é o mercúrio, que apresenta sérias restrições ambientais em função de sua toxicidade. Dessa forma, as lâmpadas fluorescentes devem passar por um processo prévio de descontaminação antes do descarte ou reciclagem do material. O ideal é que nesse processo se tenha o menor impacto ambiental e, se possível, o mercúrio seja recuperado e empregado em novos produtos.

DURÃO JR., W. A.; WINDMÖLLER, C. C. A questão do mercúrio em lâmpadas fluorescentes. Química Nova na Escola, n. 28, 2008 (adaptado).

Considerando os impactos ambientais negativos, o processo menos indicado de descontaminação desse metal presente nas lampadas seria o(a)

  1. encapsulamento, no qual as lâmpadas são trituradas por via seca ou úmida, o material resultante é encapsulado em concreto e a disposição final do resíduo é armazenada em aterros.
  2. lixiviação acida, com a dissolução dos resíduos sólidos das lâmpadas em ácido (HNOS), seguida de filtração e neutralização da solução para recuperar os compostos de mercúrio.
  3. incineração, com a oxidação das lâmpadas junto com o lixo urbano em altas temperaturas, com redução do material sólido e lançamento dos gases e vapores para a atmosfera.
  4. processo térmico, no qual o resíduo é aquecido em sistema fechado para vaporizar o mercúrio e em seguida ocorre o resfriamento para condensar o vapor e obter o mercúrio elementar.
  5. separação por via química, na qual as lâmpadas são trituradas em sistema fechado, em seguida aditivos químicos são adicionados para precipitação e separação do mercúrio.

14. (Enem 2017) A técnica do carbono-14 permite a datação de fósseis pela medição dos valores de emissão beta desse isótopo presente no fóssil. Para um ser em vida, o máximo são 15 emissões beta/(min g). Após a morte, a quantidade de 14C se reduz pela metade a cada 5 730 anos.

A prova do carbono 14. Disponível em: http://noticias.terra.com.br. Acesso em: 9 nov, 2013 (adaptado).

Considere que um fragmento fóssil de massa igual a 30 g foi encontrado em um sítio arqueológico, e a medição de radiação apresentou 6 750 emissões beta por hora.

A idade desse fóssil, em anos, é

  1. 450.
  2. 1 433.
  3. 11 460.
  4. 17 190
  5. 27 000.

15. (Enem PPL 2017) O avanço científico e tecnológico da física nuclear permitiu conhecer, com maiores detalhes, o decaimento radioativo dos núcleos atômicos instáveis, desenvolvendo-se algumas aplicações para a radiação de grande penetração no corpo humano, utilizada, por exemplo, no tratamento do câncer.

A aplicação citada no texto se refere a qual tipo de radiação?

  1. Beta.
  2. Alfa.
  3. Gama.
  4. Raios X.
  5. Ultravioleta.

16. (Enem 2016 - 3.ª Aplicação) A obtenção de energia por meio da fissão nuclear do 235U é muito superior quando comparada à combustão da gasolina. O calor liberado na fissão do 235U é 8 x 1010 J/g e na combustão da gasolina é 5 x 104 J/g.

A massa de gasolina necessária para obter a mesma energia na fissão de 1 kg de 235U é da ordem

  1. 103 g.
  2. 104 g.
  3. 105 g.
  4. 106 g.
  5. 109 g.

17. (Enem 2016) Pesquisadores recuperaram DNA de ossos de mamute (Mammuthus primigenius) encontrados na Sibéria, que tiveram sua idade de cerca de 28 mil anos confirmada pela técnica do carbono-14.

FAPESP. DNA de mamute é revelado. Disponível em: http://agencia.fapesp.br. Acesso em: 13 ago. 2012 (adaptado).

A técnica de datação apresentada no texto só é possível devido à

  1. proporção conhecida entre carbono-14 e carbono-12 na atmosfera ao longo dos anos.
  2. decomposição de todo o carbono-12 presente no organismo após a morte.
  3. fixação maior do carbono-14 nos tecidos de organismos após a morte.
  4. emissão de carbono-12 pelos tecidos de organismos após a morte.
  5. transformação do carbono-12 em carbono-14 ao longo dos anos.

18. (Enem 2013) Glicose marcada com nuclídeos de carbono-11 é utilizada na medicina para se obter imagens tridimensionais do cérebro, por meio de tomografia de emissão de pósitrons. A desintegração do carbono-11 gera um pósitron, com tempo de meia-vida de 20,4 min, de acordo com a equação da reação nuclear:

A partir da injeção de glicose marcada com esse nuclídeo, o tempo de aquisição de uma imagem de tomografia é de cinco meias-vidas.

Considerando que o medicamento contém 1,00 g do carbono-11, a massa, em miligramas, do nuclídeo restante, após a aquisição da imagem, é mais próxima de

  1. 0,200.
  2. 0,969.
  3. 9,80.
  4. 31,3.
  5. 200.

19. (Enem PPL 2011) Com a crescente demanda de energia elétrica, decorrente do modo de vida da sociedade moderna, tornou-se necessário que mais de uma fonte de energia seja estudada e aplicada, levando-se em conta os impactos ambientais e sociais a serem gerados em curto e longo prazo. Com isso, o uso da energia nuclear tem sido muito debatido no mundo. O questionamento principal é se valerá a pena construir centrais de produção nuclear ou é preferível investir em outros tipos de energias que sejam renováveis.

Disponível em: http://energiaeambiente.wordpress.com. http://www.comciencia.br. Acesso em: 27 jan. 2009 (adaptado).

Um argumento favorável ao uso da energia nuclear é o fato de

  1. seu preço de instalação ser menor que o das demais fontes de energia.
  2. o tratamento de seus rejeitos ser um processo simples.
  3. de ser uma energia limpa, de baixo custo, que não causa impactos ambientais.
  4. ser curto o tempo de atividade dos resíduos produzidos na sua geração.
  5. ser uma energia limpa embora não seja renovável.

20. (Enem PPL 2011) Os materiais radioativos emitem diferentes tipos de radiação. A radiação gama, por exemplo, por sua alta energia e penetração, consegue remover elétrons dos átomos dos tecidos internos e romper ligações químicas por ionização, podendo causar mutação no DNA. Já as partículas beta têm o mesmo efeito ionizante, mas atuam sobre as células da pele.

RODRIGUES JR., A. A. O que é radiação? E contaminação radioativa? Vamos esclarecer. Física na Escola. V. 8, nº 2, 2007. São Paulo: Sociedade Brasileira de Física (adaptado).

Segundo o texto, um indivíduo irradiado por uma fonte radioativa é exposto ao risco de

  1. transformar-se em um corpo radioativo.
  2. absorver a radiação e armazená-la.
  3. emitir radiação e contaminar outras pessoas.
  4. sofrer alterações gênicas e desenvolver câncer.
  5. transportar a radiação e contaminar outros ambientes.

21. (Enem PPL 2012) Observe atentamente a charge.

Além do risco de acidentes, como o referenciado na charge, o principal problema enfrentado pelos países que dominam a tecnologia associada às usinas termonucleares é

  1. a escassez de recursos minerais destinados à produção do combustível nuclear.
  2. a produção dos equipamentos relacionados às diversas etapas do ciclo nuclear.
  3. o destino final dos subprodutos das fissões ocorridas no núcleo do reator.
  4. a formação de recursos humanos voltados para o trabalho nas usinas.
  5. o rigoroso controle da Agência Internacional de Energia Atômica.

22. (Enem PPL 2009) Os cientistas conseguem determinar a idade de um fóssil com menos de 40.000 anos de idade utilizando o método do carbono–14 (14C ) ou carbono radioativo. Isso é feito a partir da relação existente entre a quantidade de 14C restante no fóssil e a quantidade de 14C em uma espécie semelhante atual. Apesar de sofrer decaimento radioativo, a quantidade de carbono–14 na atmosfera, em particular em moléculas de CO2, é praticamente constante devido à incidência dos raios cósmicos, que atingem a Terra a todo instante. Assim, por fazerem parte do ciclo do carbono, animais e vegetais mantêm uma quantidade praticamente constante de carbono–14 em sua constituição enquanto estão vivos. Porém, quando morrem, cessa a entrada de carbono no organismo e esse número vai diminuindo à medida que o carbono– 14 vai decaindo radioativamente. A meia–vida do carbono–14, isto é, o tempo necessário para que metade dos átomos radioativos de uma amostra decaia, é constante e de aproximadamente 5.730 anos.

Disponível em: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI109680–EI1426,00.html. Acesso em: 15 mar. 2009 (adaptado).

De acordo com o texto, para se descobrir a idade de um fóssil que não poderia ter mais de 40.000 anos, é relevante determinar

  1. a meia-vida do carbono-14.
  2. se o fóssil é animal ou vegetal.
  3. se o fóssil tem mais de 5.730 anos.
  4. a quantidade de carbono-14 presente no fóssil.
  5. a relação entre as quantidades de carbono-14 em uma parte do fóssil e no fóssil todo.

23. (Enem PPL 2011) Radioisótopos são frequentemente utilizados em diagnósticos por imagem. Um exemplo é aplicação de iodo-131 para detectar possíveis problemas associados à glândula tireoide. Para o exame, o paciente incorpora o isótopo radioativo pela ingestão de iodeto de potássio, o qual se concentrará na região a ser analisada. Um detector de radiação varre a região e um computador constrói a imagem que irá auxiliar no diagnóstico. O radioisótopo em questão apresenta um tempo de meia-vida igual a 8 minutos e emite radiação gama e partículas beta em seu decaimento radioativo. Química nuclear na medicina. Disponível em: www.qmc.ufsc.br. Acesso em: 28 jul. 2010 (adaptado).

No decaimento radioativo do iodo-131, tem-se a

  1. produção de uma partícula subatômica com carga positiva.
  2. possibilidade de sua aplicação na datação de fósseis.
  3. formação de um elemento químico com diferente número de massa.
  4. emissão de radiação que necessita de um meio material para se propagar.
  5. redução de sua massa a um quarto da massa inicial em menos de meia hora.

24. (Enem 2012) A falta de conhecimento em relação ao que vem a ser um material radioativo e quais os efeitos, consequências e usos da irradiação pode gerar o medo e a tomada de decisões equivocadas, como a apresentada no exemplo a seguir.

"Uma companhia aérea negou-se a transportar material médico por este portar um certificado de esterilização por irradiação."

Física na Escola, v. 8, n. 2, 2007 (adaptado).

A decisão tomada pela companhia é equivocada, pois

  1. o material é incapaz de acumular radiação, não se tornando radioativo por ter sido irradiado.
  2. a utilização de uma embalagem é suficiente para bloquear a radiação emitida pelo material.
  3. a contaminação radioativa do material não se prolifera da mesma forma que as infecções por microrganismos.
  4. o material irradiado emite radiação de intensidade abaixo daquela que ofereceria risco à saúde.
  5. o intervalo de tempo após a esterilização é suficiente para que o material não emita mais radiação.

25. (Enem PPL 2011) Os cientistas conseguem determinar a idade de um fóssil com menos de 40.000 anos de idade utilizando o método do carbono–14 (14C ) ou carbono radioativo. Isso é feito a partir da relação existente entre a quantidade de 14C restante no fóssil e a quantidade de 14C em uma espécie semelhante atual. Apesar de sofrer decaimento radioativo, a quantidade de carbono–14 na atmosfera, em particular em moléculas de CO2, é praticamente constante devido à incidência dos raios cósmicos, que atingem a Terra a todo instante. Assim, por fazerem parte do ciclo do carbono, animais e vegetais mantêm uma quantidade praticamente constante de carbono–14 em sua constituição enquanto estão vivos. Porém, quando morrem, cessa a entrada de carbono no organismo e esse número vai diminuindo à medida que o carbono– 14 vai decaindo radioativamente. A meia–vida do carbono–14, isto é, o tempo necessário para que metade dos átomos radioativos de uma amostra decaia, é constante e de aproximadamente 5.730 anos.

Disponível em: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI109680–EI1426,00.html. Acesso em: 15 mar. 2009 (adaptado).

De acordo com o texto, para se descobrir a idade de um fóssil que não poderia ter mais de 40.000 anos, é relevante determinar

  1. a meia-vida do carbono-14.
  2. se o fóssil é animal ou vegetal.
  3. se o fóssil tem mais de 5.730 anos.
  4. a quantidade de carbono-14 presente no fóssil.
  5. a relação entre as quantidades de carbono-14 em uma parte do fóssil e no fóssil todo.

26. (Enem PPL 2011) Radioisótopos são frequentemente utilizados em diagnósticos por imagem. Um exemplo é aplicação de iodo-131 para detectar possíveis problemas associados à glândula tireoide. Para o exame, o paciente incorpora o isótopo radioativo pela ingestão de iodeto de potássio, o qual se concentrará na região a ser analisada. Um detector de radiação varre a região e um computador constrói a imagem que irá auxiliar no diagnóstico. O radioisótopo em questão apresenta um tempo de meia-vida igual a 8 minutos e emite radiação gama e partículas beta em seu decaimento radioativo. Química nuclear na medicina. Disponível em: www.qmc.ufsc.br. Acesso em: 28 jul. 2010 (adaptado).

No decaimento radioativo do iodo-131, tem-se a

  1. produção de uma partícula subatômica com carga positiva.
  2. possibilidade de sua aplicação na datação de fósseis.
  3. formação de um elemento químico com diferente número de massa.
  4. emissão de radiação que necessita de um meio material para se propagar.
  5. redução de sua massa a um quarto da massa inicial em menos de meia hora.

27. (Enem 1° Dia 2009) Considere um equipamento capaz de emitir radiação eletromagnética com comprimento de onda bem menor que a da radiação ultravioleta. Suponha que a radiação emitida por esse equipamento foi apontada para um tipo específico de filme fotográfico e entre o equipamento e o filme foi posicionado o pescoço de um indivíduo. Quanto mais exposto à radiação, mais escuro se torna o filme após a revelação. Após acionar o equipamento e revelar o filme, evidenciou-se a imagem mostrada na figura abaixo.

Dentre os fenômenos decorrentes da interação entre a radiação e os átomos do indivíduo que permitem a obtenção desta imagem inclui-se a

  1. absorção da radiação eletromagnética e a consequente ionização dos átomos de cálcio, que se transformam em átomos de fósforo.
  2. maior absorção da radiação eletromagnética pelos átomos de cálcio que por outros tipos de átomos.
  3. maior absorção da radiação eletromagnética pelos átomos de carbono que por átomos de cálcio.
  4. maior refração ao atravessar os átomos de carbono que os átomos de cálcio.
  5. maior ionização de moléculas de água que de átomos de carbono.

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Informações da Lista

Vestibular: Enem
Área: Natureza
Disciplina: Química
Tema/Matéria: Química Ambiental
Subtema: Oxirredução

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