Mapas Mentais de História do Brasil
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Perído Regencial (1831 - 1840)
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Questão Escravista
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🇧🇷 Mapa Mentais de História do Brasil Para o Enem, Concursos, Vestibulares e Ensino Médio
Confira abaixo um resumo do conteúdo de cada um dos nossos mapas mentais, organizados por período histórico. Essas descrições ajudam você a encontrar rapidamente o tema que precisa revisar.
Período anterior à chegada dos portugueses (1500), povos indígenas, primeiras expedições exploratórias e o escambo do pau‑brasil.
Visão geral da colonização portuguesa: administração, economia açucareira, sociedade escravista e as transformações do período colonial.
Movimentos locais contra o domínio colonial, como a Revolta de Beckman, Guerra dos Emboabas, Guerra dos Mascates e a Revolta de Filipe dos Santos.
Chegada da família real (1808), abertura dos portos, tratados com a Inglaterra, elevação do Brasil a Reino Unido e as transformações no Rio de Janeiro.
As primeiras décadas após o descobrimento: expedições guarda‑costas, extração do pau‑brasil e o sistema de feitorias.
Exploração e comércio do pau‑brasil, a primeira riqueza explorada pelos portugueses, escambo com os indígenas e o monopólio real.
A expedição que chegou ao Brasil em 1500, o contexto das Grandes Navegações e os primeiros contatos com os nativos.
A carta de Caminha descrevendo a terra e os primeiros contatos, importância histórica e documental.
Liderança da primeira expedição colonizadora (1530‑1533), fundação de São Vicente e introdução da cana‑de‑açúcar.
Documentos que regulavam as capitanias hereditárias: direitos e deveres dos donatários, foral com tributos e justiça.
Sistema de distribuição de terras no período colonial, origem da concentração fundiária e obrigações dos sesmeiros.
Criação das capitanias (1534), divisão administrativa, sucesso e fracasso, e o papel dos donatários.
Características da capitania que prosperou com o açúcar, localização e importância histórica.
A mais próspera das capitanias, economia açucareira, invasões holandesas e legado cultural.
Pequena capitania no litoral nordestino, ocupação e disputas coloniais.
Formação a partir da descoberta do ouro, administração e conflitos na região mineradora.
Expansão para o interior, bandeirantes, mineração e disputas de fronteira.
Ocupação e mineração no Centro‑Oeste, vilas do ouro e declínio.
Características da região Norte, economia baseada em drogas do sertão e mão de obra indígena.
Área amazônica, presença portuguesa e conflitos com espanhóis e indígenas.
Reformas pombalinas no Brasil: expulsão dos jesuítas, incentivo ao comércio e reorganização administrativa.
Criação do Governo‑Geral (1548) para centralizar a administração, primeiros governadores e funções.
Processo de interiorização através de bandeiras, missões religiosas, pecuária e mineração.
Expedições de exploração e apresamento de indígenas, contribuição para a expansão e descoberta de metais preciosos.
Criação de uma unidade administrativa separada (séc. XVII) para melhor governar a Amazônia.
Conceito geral dos tratados que definiram as fronteiras do Brasil colonial.
Divisão do mundo entre Portugal e Espanha, linha imaginária e seus efeitos na ocupação do Brasil.
Substituiu Tordesilhas, baseado no princípio do uti possidetis, definindo grande parte do território atual.
Tratado comercial com a Inglaterra (1703), que afetou a economia colonial.
Acordo entre França e Espanha com repercussões indiretas no Brasil.
Ciclo do açúcar no Nordeste, plantation, engenhos, sociedade açucareira e crise.
Ciclo do ouro em Minas Gerais, extração, administração, sociedade mineradora e decadência.
Sistema de produção baseado no latifúndio, monocultura, escravidão e exportação, típico da colônia.
Auge da mineração (séc. XVIII), corrida do ouro, impacto econômico e cultural, e declínio.
Imposto de 20% sobre o ouro extraído, criação das casas de fundição para controle e punição.
Monopólio comercial que obrigava a colônia a comerciar apenas com a metrópole.
Companhia pombalina para fomentar a economia da região Norte, comércio e escravidão.
Formas de resistência dos escravizados: quilombos, revoltas, fugas, práticas culturais e religiosas.
Comunidades formadas por escravos fugidos, organização social, economia e papel na resistência.
Condições do tráfico transatlântico, travessia, mortalidade e desembarque nos portos brasileiros.
O maior e mais duradouro quilombo, liderança de Zumbi, organização e luta pela liberdade.
Período da União Ibérica (1580‑1640) e as invasões holandesas no Nordeste, governo de Maurício de Nassau.
Contexto da unificação das coroas ibéricas e as tentativas de invasão holandesa na Bahia e Pernambuco.
As tentativas francesas de se estabelecer no Brasil: França Antártica e França Equinocial.
Tentativa de colonização francesa no Rio de Janeiro (séc. XVI), conflitos com os portugueses e expulsão.
Tentativa de ocupação francesa no Maranhão (séc. XVII), fundação de São Luís e expulsão pelos portugueses.
Relação entre Igreja e Estado, padroado, missões religiosas e a catequese indígena.
A Companhia de Jesus, atuação na catequese, educação e proteção dos indígenas, conflitos com colonos.
Celebração realizada por Frei Henrique de Coimbra em 1500, marco simbólico da chegada portuguesa.
Reunião de indígenas em aldeias administradas por jesuítas para facilitar a catequese e o controle.
Importante jesuíta, defensor dos indígenas, orador e escritor barroco, atuação política e religiosa.
Fundadores da missão jesuítica no Brasil, papel na catequese e na fundação de colégios e cidades.
Conflito entre paulistas e forasteiros (emboabas) pela posse das minas de ouro (1707‑1709).
Disputa entre comerciantes de Recife (mascates) e senhores de engenho de Olinda (1710‑1711).
Revolta no Maranhão (1684) contra a Companhia de Comércio do Estado do Maranhão e os jesuítas.
Revolta em Vila Rica (1720) contra a criação das Casas de Fundição, liderada por Filipe dos Santos.
Visão geral dos movimentos que contestavam aspectos da administração colonial, sem intenção separatista.
Movimentos com intenção de separação, como a Inconfidência Mineira e a Conjuração Baiana.
Episódio em São Paulo (1641) onde Amador Bueno foi aclamado rei, mas recusou, mantendo lealdade a Portugal.
Processo de ruptura com Portugal, influência das cortes lisboetas, Dia do Fico, Grito do Ipiranga e reconhecimento internacional.
Aprofundamento sobre as causas, os protagonistas, as guerras de independência e a consolidação do novo império.
Crise do Primeiro Reinado, conflitos políticos, renúncia de D. Pedro I em 1831 e partida para Portugal.
Revolta separatista no Nordeste contra o autoritarismo de D. Pedro I e a outorga da Constituição de 1824.
Outorgada por D. Pedro I, características: poder moderador, voto censitário, religião oficial e suas implicações.
Papel dos jornais e panfletos na disputa política, liberdade de imprensa relativa e perseguições.
Visão geral do reinado de D. Pedro I (1822‑1831): organização do estado, conflitos e crise.
Contexto das Regências (1831‑1840), disputas políticas entre liberais e conservadores, Ato Adicional de 1834.
Principais revoltas regenciais, como Cabanagem, Sabinada, Balaiada, e o papel da Guarda Nacional.
Revolta no Grão‑Pará (1835‑1840) com participação popular, tomada do poder e repressão violenta.
Revolução Farroupilha no Rio Grande do Sul (1835‑1845), causas, proclamação da República Rio‑Grandense.
Desenvolvimento da guerra, lideranças (Bento Gonçalves, Garibaldi), mediação de Duque de Caxias e acordo de paz.
Revolta de escravizados muçulmanos em Salvador (1835) e a Sabinada na Bahia (1837‑1838), de caráter republicano.
Panorama das rebeliões que marcaram a instabilidade política durante as regências.
Criada em 1831, papel na manutenção da ordem, controle das elites locais e força militar não profissional.
Confronto em 1831 entre portugueses e brasileiros no Rio de Janeiro, refletindo a tensão que levou à abdicação.
Período de D. Pedro II, centralização política, economia cafeeira, guerra do Paraguai e crise do império.
Conflito (1864‑1870) entre Brasil, Argentina e Uruguai contra o Paraguai, consequências e impacto no Brasil.
Revolta de marinheiros (1910) contra os castigos físicos na Marinha, liderada por João Cândido.
Última revolta do período regencial, em Pernambuco (1848‑1850), com ideais liberais e sociais.
Crise da monarquia: questão militar, religiosa, abolicionista e republicana, proclamação da República (1889).
Lei inglesa de 1845 que autorizava a apreensão de navios negreiros, pressionando o fim do tráfico.
Abolicionista, político e diplomata, líder do movimento pela abolição e defensor da reforma agrária.
Lei de 13 de maio de 1888, assinada pela Princesa Isabel, que extinguiu a escravidão no Brasil.
Lei de 1850 que regulamentou a propriedade territorial, dificultando o acesso à terra para ex‑escravos e imigrantes.
Lei de 1871 que libertava os filhos de escravas nascidos a partir daquela data.
Lei de 1885 que concedia liberdade aos escravos com mais de 60 anos, com condições.
Lei de 1850 que proibiu o tráfico de escravos para o Brasil, efetivando o fim do tráfico.
Atuação de associações, intelectuais, jornalistas e advogados na luta pela abolição.
Funcionamento do comércio de escravos, rotas, números e impactos demográficos e econômicos.
Empreendedor e industrial, ícone do desenvolvimento econômico no Império, projetos de modernização.
Expansão da cafeicultura no Vale do Paraíba fluminense e paulista, uso de mão de obra escrava e decadência posterior.
Visão geral da economia imperial: café, indústria incipiente, finanças e relações comerciais.
Políticas de atração de imigrantes europeus para substituir a mão de obra escrava e povoar o sul.
Conflito diplomático com a Inglaterra (1862‑1865) envolvendo naufrágios e ofensas à bandeira.
Tarifa alfandegária de 1844 que elevou impostos sobre produtos estrangeiros, incentivando a indústria nacional.
Golpe militar que depôs a monarquia, papel do Marechal Deodoro da Fonseca e instauração do regime republicano.
Primeira constituição republicana, federalismo, presidencialismo, separação Igreja‑Estado e voto descoberto.
Primeiro presidente (1889‑1891), crise política, fechamento do Congresso e renúncia.
Vice que assumiu, chamado de “Marechal de Ferro”, repressão a revoltas e centralização.
Período dos governos militares de Deodoro e Floriano, consolidação da república.
Movimento tenentista (1925‑1927) liderado por Luís Carlos Prestes, marcha pelo interior do Brasil.
Conflito no sul do país (1912‑1916) envolvendo posse de terras e messianismo.
Rebeliões de jovens oficiais do Exército na década de 1920, críticas à República Oligárquica.
Primeira revolta tenentista (1922), no Forte de Copacabana, marco do movimento.
Revolta tenentista em São Paulo, bombardeio da cidade e luta contra o governo federal.
Fenômeno social no Nordeste, grupos armados liderados por Lampião, resistência e violência.
Primeira greve geral no Brasil, mobilização operária em São Paulo, influência anarquista.
Conflito no interior da Bahia (1896‑1897), comunidade liderada por Antônio Conselheiro, extermínio pelo exército.
Revolta de marinheiros (1910) contra castigos físicos, liderada por João Cândido.
Revolta popular no Rio de Janeiro (1904) contra a campanha de vacinação obrigatória.
Conflito armado no Rio Grande do Sul entre chimangos e maragatos.
Guerra civil no sul (1893‑1895) entre federalistas e republicanos.
Revolta no Ceará (1914) envolvendo coronéis e o Padre Cícero.
Prática política da República Velha, poder local dos coronéis, controle de votos e clientelismo.
Acordo entre governo federal e governadores para garantir estabilidade e apoio mútuo.
Domínio das oligarquias estaduais, alternância de poder entre São Paulo e Minas Gerais.
Panorama do período, incluindo a República da Espada e a República Oligárquica.
Exploração da borracha na Amazônia (final séc. XIX e início XX), boom econômico e declínio.
Período de Getúlio Vargas (1930‑1945), governo provisório, constitucional, Estado Novo e legado.
Período democrático com presidentes eleitos, desenvolvimento industrial, crise política e instabilidade.
Presidência de Juscelino Kubitschek, Plano de Metas, construção de Brasília e desenvolvimentismo.
Ditadura militar, atos institucionais, repressão, milagre econômico, crise e redemocratização.
Período pós‑ditadura, Constituição de 1988, presidentes da redemocratização até os dias atuais, desafios políticos e sociais.
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