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Tema de Redação: A igualdade de gênero em discussão no século XXI

A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema "A igualdade de gênero em discussão no século XXI", apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.


TEXTO I

Há poucas mulheres atuando nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM, na sigla em inglês), em todos os países do mundo. Nas universidades, as mulheres representam apenas 35% dos alunos matriculados nesses campos do conhecimento – o percentual é ainda menor nas engenharias (de produção, civil e industrial) e em tecnologia, não chegando a 28% do total.

“É um quadro preocupante, sobretudo porque são essas áreas que vêm gerando mais oportunidades de trabalho”, disse Adriana Carvalho, gerente da ONU Mulheres para os Princípios de Empoderamento Econômico das Mulheres, durante evento realizado no Rio de Janeiro no início do mês (11). “Não é possível avançar na igualdade de gênero sem atentar para o hiato em carreiras tão promissoras”, completou.


Disponível em: https://nacoesunidas.org/desigualdades-de-genero-afastam-mulheres-e-meninas-da-ciencia-dizem-especialistas


TEXTO II

O mundo avançou pouco na igualdade de gêneros no último ano: menos mulheres do que homens têm entrado no mercado de trabalho; sua participação na política e em cargos privados sêniores ainda é inferior à masculina, e sua presença em setores emergentes de tecnologia, como o de Inteligência Artificial, ainda é irrisória.

As conclusões são de um relatório recente do Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês), que traçou um panorama pouco animador da igualdade de gêneros em 149 países sob os aspectos político, econômico, educacional e de saúde.

O Brasil não está bem posicionado no ranking do relatório: caiu cinco posições, para a 95ª, porque "o abismo entre gêneros está em seu maior nível desde 2011", diz o WEF. Os motivos disso são, sobretudo, as persistentes disparidades em participação e oportunidade econômicas.

Aqui, segundo o Estudo de Estatísticas de Gênero, do IBGE, as mulheres trabalham em média três horas por semana a mais do que os homens (somando-se trabalho remunerado, atividades domésticas e cuidados com outras pessoas), mas ganham apenas dois terços (76%) do rendimento deles.

Nas ocupações que exigem nível superior completo ou mais, a diferença salarial é ainda maior: as mulheres recebiam 63,4% do rendimento dos homens em 2016, dado mais recente disponível.

Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/amp/brasil-46655125


TEXTO III

Disponível em: https://exame.abril.com.br/brasil/a-desigualdade-de-genero-no-brasil-em-um-grafico/amp/



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