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Como combater o analfabetismo no brasil

A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema "Como combater o analfabetismo no brasil", apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.


TEXTO I

O que é analfabetismo

Analfabeto é qualquer pessoa que não conheça o alfabeto ou que não saiba ler e escrever, e analfabetismo, a condição de quem não conheça o alfabeto ou não saiba ler e escrever, segundo o glossário Ceale da UFMG. A taxa de analfabetismo medida pelo IBGE é o porcentual de pessoas que não sabem ler e escrever pelo menos um bilhete simples, no idioma que conhecem, na população total residente da mesma faixa etária, em determinado espaço geográfico, no ano considerado.

O que é analfabetismo funcional

Analfabeto funcional é a pessoa que sabe ler e escrever, mas é incapaz de entender ou interpretar um texto que acabou de ler. O termo analfabetismo funcional está relacionado ao uso prático da linguagem pra fins específicos e tarefas cotidianas. Para o IBGE, a taxa de analfabetismo funcional é a porcentagem de pessoas de uma determinada faixa etária que tem escolaridade de até 3 anos de estudo em relação ao total de pessoas na mesma faixa etária. Há uma outra medição, criada pela ONG Ação Educativa, o Índice Nacional de Analfabetismo Funcional (Inaf), feita em parceria com o Ibope. O Inaf 2018 apontou que cerca de 30% dos brasileiros entre 15 e 64 anos são analfabetos funcionais.

https://infograficos.gazetadopovo.com.br/educacao/taxa-de-analfabetismo-no-brasil/


TEXTO II

A taxa de analfabetismo no Brasil passou de 6,8%, em 2018, para 6,6%, em 2019, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Educação, divulgada hoje (15). Apesar da queda, que representa cerca de 200 mil pessoas, o Brasil tem ainda 11 milhões de analfabetos. São pessoas de 15 anos ou mais que, pelos critérios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), não são capazes de ler e escrever nem ao menos um bilhete simples.

“É uma taxa que vem baixando ao longo do tempo”, diz a analista da pesquisa Adriana Beringuy. Em 2016, era 7,2%. “O analfabetismo está mais concentrado entre as pessoas mais velhas, uma vez que os jovens são mais escolarizados e, portanto, vão registrar indicador menor”, acrescenta.

Apesar de ter registrado queda, os dados mostram que 18% daqueles com 60 anos ou mais são analfabetos. Em 2018, eram 18,6% e, em 2016, 20,4%.

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2020-07/taxa-cai-levemente-mas-brasil-ainda-tem-11-milhoes-de-analfabetos


TEXTO III

Três estratégias são essenciais para reduzir os índices de analfabetismo, em conjunto com o trabalho dos pedagogos. A primeira delas é a oferta de programas de escolarização voltados à população que não teve oportunidade de frequentar a escola, respeitando as características do educando: idade, gênero, etnia, condição social etc. Além disso, é preciso estimular a participação de quem, por alguma razão, não frequentou a escola. Isso pode ser feito pelo apoio ao educando, como atendimento em casa, nas ruas ou locais de trabalho.

A segunda estratégia é uma educação básica de qualidade, universal, gratuita e laica para evitar que os programas de escolarização de jovens e adultos sejam necessários no futuro. Ou seja, é preciso garantir que não haja mais analfabetos. Para que isso aconteça, é preciso que as crianças sejam educadas na idade correta. Isso é extremamente importante porque uma criança que não aprende a ler e a escrever quando deveria pode começar a sentir dificuldades para acompanhar os conteúdos e até abandonar a escola.

A terceira estratégia envolve a oferta de condições sociais adequadas para que toda a população possa frequentar a escola. Isso porque não adianta ter uma oferta universal e escolas de qualidade se as crianças não se alimentam direito, precisam trabalhar ou vivem em condições precárias.

https://ead.catolica.edu.br/blog/importancia-combate-ao-analfabetismo


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