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Desastres ambientais: Qual o preço do desenvolvimento

A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema "Desastres ambientais: qual o preço do desenvolvimento", apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.


TEXTO I

Não é inesperado o que aconteceu em Mariana. Primeiro, pelos alertas dados pelo Ministério Público de Minas Gerais e por especialistas; segundo, porque a mineração é uma atividade altamente agressiva e de elevado risco ambiental. A Vale está fazendo furos e deixando rejeitos em Minas Gerais há 70 anos. Não pode, diante de um desastre dessa proporção, soltar uma nota lacônica como se não fosse sua obrigação agir imediatamente.

A atividade mineradora no mundo inteiro tem uma série de procedimentos já consolidados ao longo do tempo para prevenir e mitigar desastre. Neste caso, se vê, a cada novo passo da investigação, que as empresas foram displicentes na prevenção e não demonstraram ter um plano de ação preparado para o caso de desastre. Prevenção e mitigação de danos é o mínimo que se pode exigir de empresa que lida com atividade de alto risco

Disponível em: https://blogs.oglobo.globo.com/miriam-leitao/post/vale-de-lama.html



TEXTO II

Disponível em: http://ricardowelbert.blogspot.com/2019/01/charge-barragem-em-brumadinho-nao-tinha.html



TEXTO III

No dia 5 de novembro de 2015, a cidade histórica de Mariana, que fez parte da Estrada Real criada ainda no século XVII, foi o cenário principal do maior desastre ambiental da História do Brasil, de acordo com o Ibama. Por volta das 16h, a barragem de Fundão, da mineradora Samarco, se rompeu, provocando o vazamento de 62 milhões de metros cúbicos de lama de rejeitos de minério, matando 19 pessoas (entre moradores e funcionários da empresa), destruindo centenas de imóveis e deixando milhares de pessoas desabrigadas. O vazamento, considerado o maior de todos os tempos em volume de material despejado por barragens de rejeitos de mineração - como informou reportagem do GLOBO em 17 de novembro daquele ano - provocou também a poluição do Rio Doce e danos ambientais que se estenderam aos estados do Espírito Santo e da Bahia.

Disponível em: https://acervo.oglobo.globo.com/em-destaque/maior-desastre-ambiental-do-brasil-tragedia-de-mariana-deixou-19-mortos-20208009



TEXTO IV

Chegou a 245 o número de mortos identificados na tragédia em Brumadinho, na Grande BH, de acordo com publicação desta quarta-feira (29) da Polícia Civil. 25 pessoas seguem na lista de desaparecidos. A relação das vítimas identificadas pode ser conferida aqui.

O Corpo de Bombeiros prossegue as buscas com 123 militares divididos em 20 equipes, que vasculham a área coberta pela onda de rejeitos.

No dia 25 de janeiro, a barragem da Mina do Córrego do Feijão se rompeu, fazendo como vítimas trabalhadores da Vale e moradores da região.

Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/horizontes/sobe-para-245-o-n%C3%BAmero-de-mortos-identificados-na-trag%C3%A9dia-em-brumadinho-1.717482



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